A Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil fechou contratos com térmicas vencedoras do leilão de reserva de capacidade na forma de potência e estima investimento de US$ 300 milhões para atendê-las, segundo o presidente da empresa, Jorge Hijjar. As usinas somam demanda de 12 milhões de metros cúbicos diários.
O gás viria como GNL desembarcado no Terminal Gás Sul, o que transforma o Gasbol em rota de escoamento em sentido diferente do original, concebido para trazer molécula boliviana. A operação ainda depende de autorização da ANP.
Não há prazo divulgado para a decisão da agência nem cronograma de obra associado ao investimento.
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