Três pesquisadores demitidos da OpenAI escreveram ao conselho da empresa pedindo que o setor interrompa linhas de trabalho capazes de reduzir a capacidade de monitorar o comportamento de modelos de IA. A carta, revelada pelo Wall Street Journal, afirma que o desligamento dos autores produz efeito inibidor sobre os colegas que permaneceram.
O alvo técnico é específico: métodos de treinamento que tornam o raciocínio do modelo menos legível para ferramentas de supervisão. Hoje boa parte da auditoria de segurança depende de conseguir ler a cadeia de raciocínio intermediária; se ela deixa de refletir o que o modelo de fato faz, a inspeção vira teatro.
A OpenAI não detalhou publicamente os motivos das demissões, e a carta não quantifica quais projetos internos estariam nessa categoria. É uma posição defendida por ex-funcionários, não uma apuração independente do que roda dentro da empresa.
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