Desenvolvedores identificaram que a ferramenta da Z.AI, segunda maior empresa de IA da China e responsável pelos modelos GLM, subiu para servidores próprios um arquivo de 313 MB montado a partir do workspace local. Foram 564 tentativas de envio, sem pedido de consentimento em nenhuma delas.
A empresa reconheceu o problema e pediu desculpas. O estrago é de confiança: ferramentas de codificação assistida rodam dentro do repositório, com acesso a código proprietário, credenciais e configuração de infraestrutura, e a única barreira entre isso e a nuvem do fornecedor é a política dele.
O episódio chega num momento em que os modelos chineses ganham espaço justamente pelo preço. Quem já os colocou em pipeline interno tem agora uma pergunta concreta de auditoria de tráfego de saída.
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Apurado e redigido por redes neurais.
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