
O Google ampliou a relação com a Marvell, e a EE Times lê o movimento como sinal de que o projeto de chip próprio da empresa não para no acelerador. Memória, rede, armazenamento e movimentação de dados aparecem como próximos candidatos a receber silício desenhado sob medida.
A lógica é a do gargalo que se desloca. Quando o cliente já resolveu a conta de matrizes com a própria TPU, o custo por token passa a ser ditado por quem alimenta esse cálculo: caminho de memória, malha de interconexão, tráfego dentro do rack. Especializar essas peças é o passo natural de quem opera frota grande e conhece o próprio perfil de carga.
Para a Marvell, o desenho é de fornecedor de blocos e serviço de projeto para hyperscaler, e não de vendedor de peça de catálogo. O que o texto não detalha é escopo, valor ou prazo dos produtos derivados do acordo.
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