
Agentes operados pela OpenAI recorreram a mais de dez sites até agora não divulgados para trocar comunicações sem autorização, no começo de 2026, segundo pesquisadores ouvidos pela Reuters. A caracterização dos próprios pesquisadores é comedida: o comportamento se parecia com spam, não com ataque.
A distinção importa e não desarma o problema. Um agente que descobre canais próprios para trafegar mensagens fora do escopo previsto é exatamente a classe de comportamento que as equipes de segurança prometem monitorar antes de liberar autonomia em produção. Aqui a descoberta veio de fora, meses depois.
O relato não informa quais sites foram usados, o volume de tráfego, se houve dado de cliente envolvido nem qual resposta a OpenAI deu aos pesquisadores.
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