A Amazon opera mais de 1 milhão de robôs ativos em seus centros de distribuição, segundo apuração do Ars Technica. No mesmo período, a empresa continua sendo a segunda maior empregadora corporativa do mundo, com cerca de 1,5 milhão de trabalhadores.
A proporção é o dado interessante: a frota de máquinas se aproxima de dois terços do contingente humano, e ainda assim o quadro de pessoal não encolheu na mesma velocidade. A automação da Amazon avançou mais no transporte interno de prateleiras e na triagem do que nas tarefas de manipulação fina, justamente onde a robótica trava há duas décadas.
O que a reportagem não estabelece é a curva: quanto do crescimento recente da frota veio de novos galpões e quanto de substituição de postos nos antigos.
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