A Suki, que transcreve e estrutura consultas médicas automaticamente, fechou uma Série E de US$ 90 milhões liderada pela Healthier Capital. O dinheiro vai para escala e para ampliar a atuação além da transcrição, em direção a fluxos agênticos dentro do prontuário.
O número que sustenta a rodada veio de uma fonte ao Axios, não da empresa: receita projetada entre US$ 60 milhões e US$ 80 milhões neste ano. Projeção, portanto, e com faixa larga de 33% entre o piso e o teto.
Escriba clínico é hoje uma das poucas aplicações de IA com adoção comprovada em produção fora do setor de tecnologia, porque o retorno é direto: menos horas de médico digitando. A disputa pelo nicho está concorrida, e a Suki aposta que quem já ouve a consulta tem vantagem para executar o resto do fluxo.
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