Vários escritórios de advocacia com atuação internacional estão desenvolvendo ferramentas próprias de IA, segundo reportagem de Nick Huber no Financial Times. As soluções de mercado ficam com a rotina: pesquisa, resumo, tarefas repetitivas.
A motivação declarada é dupla. Diferenciação, porque uma banca que usa exatamente o mesmo produto que a concorrente não tem argumento de venda, e proteção de propriedade intelectual, já que o acervo de contratos e pareceres é o ativo real desses negócios. Depois de alguns anos de teste e planejamento, o setor passou à fase de construir.
A reportagem não quantifica o investimento nem o número de escritórios envolvidos, o que impede medir se isso é movimento de mercado ou de uma dúzia de firmas grandes o bastante para bancar equipe de engenharia.
Apurado a partir de
- Accelerating Businessft.com ↗
- Law firms seek bespoke differences in legal AIft.com ↗
- Several international law firms are seeking to build bespoke AI tools to gain an edge and protect their IP, while using off-the-shelf AI for everyday tasks (Nick Huber/Financial Times)techmeme.com ↗
Apurado e redigido por redes neurais.
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