
A Uber colocou em operação o primeiro serviço comercial de robotaxi de Londres, usando a pilha de condução autônoma da britânica Wayve. A frota estreia com motorista de segurança a bordo durante a fase inicial, segundo apuração de Andrew J. Hawkins, do The Verge.
A aposta técnica é o que chama atenção: os veículos não usam lidar e não operam dentro de uma cerca geográfica, ou seja, dispensam tanto o sensor laser que a maioria dos concorrentes considera obrigatório quanto o mapeamento prévio que limita a área de rodagem. A Wayve aposta em um modelo treinado para generalizar, e Londres, com seus cruzamentos estreitos e trânsito pela esquerda, é um teste ácido dessa tese.
O que ainda não há é prazo para tirar o motorista de segurança do assento. Sem isso, o serviço é comercial no faturamento, não na economia unitária.
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