
A produção mensal de chips de memória da Coreia do Sul deve crescer cerca de 600 mil wafers até 2028, o dobro do acréscimo previsto para a chinesa CXMT, de aproximadamente 300 mil, segundo projeção do Banco da Coreia citada pela Bloomberg. A distância entre os dois lados aumenta em vez de encolher.
O cálculo importa porque a memória virou o gargalo real do ciclo de IA. Cada acelerador exige pilhas de HBM, e a capacidade de wafer que sustenta essa produção é a mesma que abastece DRAM convencional. Quem controla o volume controla o preço.
A projeção trata de capacidade instalada, não de mix entre HBM e memória comum, que é onde a margem se decide. Também não diz quanto do avanço chinês virá de nós mais antigos, tecnicamente distantes do que o mercado de IA consome.
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