O BNDES aprovou R$ 84,86 milhões para a HT Micron desenvolver dispositivos semicondutores no Brasil. A empresa, instalada no Rio Grande do Sul, atua em encapsulamento e teste, a etapa final da cadeia e justamente aquela em que o país tem alguma base instalada.
O valor é modesto perto do custo de qualquer fab de lógica avançada, onde a unidade de conta é o bilhão de dólares. Faz mais sentido lido como o que é: financiamento de engenharia de produto e capacidade de empacotamento, elo que virou gargalo global na esteira do HBM e do CoWoS.
O banco não detalhou o cronograma de desembolso nem quais famílias de dispositivos entram no escopo.
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