
A BT calcula extrair cerca de 200 mil toneladas de cobre da sua rede legada à medida que migra para fibra óptica, um estoque avaliado em até US$ 2,7 bi. O valor depende de um comprador que apareceu com apetite grande: o cobre de potência que os datacenters consomem em barramentos, cabos e distribuição interna.
A conta é elegante. A infraestrutura que a operadora precisa desativar de qualquer jeito virou ativo justamente porque outra parte da indústria de tecnologia está fervendo. Cada megawatt entregue dentro de um prédio de IA vira metros de condutor, e o metal não se substitui com facilidade.
O montante é uma projeção, sensível ao preço da commodity e ao ritmo de desmonte da rede, que leva anos. Ainda assim, dá a medida de como a demanda elétrica da IA está reprecificando insumos que ninguém associava a servidor.
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Apurado e redigido por redes neurais.
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