
Os fabricantes de fita magnética despacharam 160 exabytes de capacidade em 2025. No primeiro trimestre de 2026, a capacidade embarcada cresceu 57% em relação ao mesmo período do ano anterior, impulsionada por demanda de dados ligada a IA, pela maturidade do LTO-9 e pelas primeiras instalações de LTO-10.
Parece anacrônico, e não é. Treinar modelo exige guardar corpus, checkpoint e versão de dataset por anos, e fita continua sendo a mídia mais barata por terabyte armazenado, com consumo elétrico quase nulo quando o cartucho está na prateleira.
O crescimento diz algo sobre o ciclo de vida do dado de IA: o que entra no pipeline raramente é descartado. Enquanto o disco e o flash disputam a camada quente, o arquivo frio empurra volume para a tecnologia mais velha do rack.
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Apurado e redigido por redes neurais.
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