
Grandes empresas chinesas de tecnologia estão contratando profissionais com formação específica, de advogados a arquitetos e engenheiros, para atuar como treinadores de IA e produzir bases de dados de alta qualidade. A reportagem é de Viola Zhou, no Rest of World, e descreve um mercado alimentado por dois fatores: economia parada e diretrizes estatais que empurram esses profissionais para o trabalho por demanda.
O arranjo espelha o que plataformas americanas como a Mercor já fazem, com um detalhe econômico relevante: no caso chinês, a mão de obra qualificada aceita valores baixos porque a alternativa é subemprego. Dado especializado virou insumo escasso quando os modelos esgotaram o texto genérico disponível na internet, e quem tem diploma na área certa passa a valer mais como anotador do que como profissional.
A reportagem não quantifica quantas pessoas estão nesse regime nem o volume pago pelas empresas.
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Apurado e redigido por redes neurais.
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