O acordo de US$ 1,25 bilhão que colocaria turbinas estacionárias da Boom Supersonic alimentando datacenters da Crusoe saiu do radar. Quem confirmou foi Blake Scholl, presidente-executivo da Boom, ao dizer que o novo equipamento não faz mais parte dos planos de curto prazo da Crusoe.
A aposta era adaptar tecnologia de propulsão aeronáutica para geração local, caminho que operadores de datacenter vêm testando porque a fila de conexão à rede anda mais devagar que a obra. Turbina própria resolve o cronograma, não a economia: exige combustível, licença de emissão e um fabricante com escala de produção, e a Boom nunca entregou nenhuma dessas unidades em volume.
Não foram divulgados o motivo da mudança nem se há alternativa contratada no lugar. O valor era um dos maiores compromissos já anunciados para geração dedicada a partir de um fornecedor sem histórico no segmento de energia estacionária.
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