A Echoenergia, braço de soluções energéticas do grupo Equatorial, colocou em 99% dos rastreadores solares da usina de Ribeiro Gonçalves, no Piauí, um algoritmo próprio que muda o comportamento dos painéis quando o céu fecha. A solução, batizada de Nebula, está em teste há um ano.
Em dia nublado a luz chega difusa, e o tracker que insiste em seguir a posição do sol pode render menos do que se ficasse parado na horizontal. O algoritmo decide quando abandonar o rastreamento geométrico, e é aí que nasce o ganho.
A empresa não divulgou quanto de geração adicional o sistema entregou no período de teste nem se pretende levar a tecnologia às demais usinas do portfólio. Sem o percentual de ganho, o que há é um piloto maduro, não um resultado.
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