
Uma organização ambiental entrou com ação judicial contra a EPA, agência ambiental americana, alegando que a aprovação de dois novos produtos químicos destinados à fabricação de semicondutores saiu sem salvaguardas suficientes. Segundo o grupo, a agência distorceu o próprio processo de revisão de substâncias novas.
As substâncias são geradores fotoácidos, insumos de litografia que reagem à luz para gravar o padrão do circuito no wafer. A contestação aponta risco de morte súbita em caso de exposição e persistência ambiental típica de PFAS, a família de compostos que praticamente não se degrada.
O processo não suspende as aprovações por si só. O que está em jogo é o rito: se o tribunal apertar a revisão, insumos químicos novos para fabs americanas podem demorar mais a entrar em linha.
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