
A Fujitsu prepara a exportação de chips de IA construídos sobre a tecnologia que a empresa desenvolveu para supercomputadores, com clientes nos Estados Unidos e em mercados asiáticos, informou o Nikkei Asia.
É um dos poucos casos de empresa japonesa tentando vender acelerador fora de casa num mercado em que Nvidia e AMD definem o padrão e em que o gargalo costuma ser menos o chip e mais o software que roda nele. A herança de supercomputação ajuda em memória e interconexão, mas ecossistema de compilador e biblioteca não se importa junto com o silício.
A reportagem não trouxe volume, cronograma, preço nem os nomes dos compradores. Sem isso, o que existe é intenção declarada de exportar, não contrato assinado.
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