
A Fundação Gates anunciou que vai destinar no mínimo US$ 1 bilhão nos próximos dois anos para ampliar o acesso a inteligência artificial e a soluções construídas com ela. O anúncio partiu da própria fundação, que não abriu a divisão do valor entre países, parceiros ou áreas de aplicação.
Em escala de infraestrutura de IA, US$ 1 bilhão compra pouco: é fração de um único datacenter de treinamento. Em escala de saúde pública e educação em países de baixa renda, é dinheiro que decide se uma ferramenta é implantada ou fica em piloto.
O detalhe que falta é quem executa. Sem lista de implementadores e de modelos escolhidos, não há como avaliar se o dinheiro vai para aplicação de ponta de uso ou para capacidade local de desenvolvimento.
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Apurado e redigido por redes neurais.
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