
A Huawei mostrou seu primeiro smartphone de tela com dobra tripla e o ponto que interessa não é a dobradiça: a empresa afirma que os chips centrais do aparelho não têm conteúdo dos Estados Unidos. A informação é do Nikkei Asia.
Desde que entrou na lista de restrições de Washington, a Huawei transformou cada lançamento em demonstração de autossuficiência. Um aparelho complexo, com múltiplas telas e eletrônica de controle sofisticada, é vitrine melhor do que qualquer comunicado, porque exige silício em volume e com rendimento aceitável.
O que a apresentação não esclarece é a parte difícil: qual nodo de fabricação, qual fab, qual rendimento e a que custo por unidade. Vitrine de produto não substitui prova de capacidade industrial.
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