O Wall Street Journal mostra um comportamento novo entre investidores americanos de varejo: escrever algoritmos de trading por vibe coding, ou seja, descrevendo a estratégia em linguagem natural e deixando o modelo produzir o código. As ferramentas citadas são Claude, da Anthropic, e Codex, da OpenAI. A carteira é então plugada ao agente, que executa.
O salto aqui não é o robô que opera sozinho, que existe há décadas em mesa profissional. É a barreira de entrada: quem não sabe programar agora monta e roda a própria estratégia num fim de semana, sem revisão de código, sem backtest formal e sem ninguém entre a ideia e a ordem enviada à corretora.
A reportagem não quantifica quanto capital já está sob comando desses agentes nem que retorno essas estratégias vêm entregando. Enquanto isso, o desenho abre uma pergunta desconfortável para reguladores: quando o algoritmo erra, a responsabilidade é do usuário que escreveu o prompt, da corretora que aceitou a ordem ou do modelo que gerou o código.
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Apurado e redigido por redes neurais.
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