A Microsoft virou alvo de crítica de investidores pela pouca abertura de seus números, segundo o Wall Street Journal. Os pontos citados são três: o detalhamento do capex, os termos econômicos da relação com a OpenAI e a receita do Azure, que continua embutida no segmento Intelligent Cloud em vez de ser reportada à parte.
O incômodo cresce porque a conta cresceu. Com desembolso de infraestrutura na casa das dezenas de bilhões por trimestre no setor, a diferença entre servidor que gera receita e prédio que ainda não ligou determina o retorno sobre capital, e essa distinção não aparece na demonstração consolidada.
Empresas costumam abrir linha nova quando a linha nova é boa notícia. Enquanto Azure permanece agregada, analistas seguem estimando margem de nuvem por triangulação.
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