
A troca de comando na Apple acontece nesta terça-feira, 1º de setembro, com John Ternus substituindo Tim Cook. Reportagem de Mark Gurman, na Bloomberg, descreve uma transição gradual: Cook segue tratando os assuntos mais políticos da casa, incluindo o relacionamento com Donald Trump e com a China.
A lista de problemas herdados é curta e pesada. Custo de componentes em alta, dificuldade de segurar gente no quadro técnico e a corrida para recuperar terreno em inteligência artificial, área em que a Apple chegou depois de todo mundo e ainda depende de parceiros para o que promete.
Ternus vem do hardware, e é aí que a Apple continua tendo vantagem real: silício próprio e memória unificada colocaram o Mac dentro de fluxos de treino e inference que antes só rodavam em servidor. Traduzir isso em produto de software e serviço de IA é outra engenharia, e é a que está em aberto.
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