
Raghu Sreeramaneni, fellow da Micron, levou ao Hot Chips 2026 uma conta desconfortável: a HBM consome cerca de três vezes mais silício que a DDR5 para entregar a mesma capacidade, e essa penalidade se amplia em cada nova geração da tecnologia. Ou seja, cada gigabyte de memória para IA come muito mais wafer que a memória convencional.
A consequência é aritmética. Se a HBM ocupa três vezes mais área e a demanda por aceleradores segue subindo, a capacidade de wafer disponível para o resto do mercado encolhe e o preço sobe para todos. A Micron descreve o muro de memória, a distância entre o que o chip calcula e o que a memória consegue alimentar, como um problema que está ficando pior, não melhor.
É um raro caso de fornecedor explicando em público por que o insumo dele vai continuar caro. Vindo de quem opera a fab, a afirmação tem peso diferente de uma projeção de analista.
Apurado a partir de
Apurado e redigido por redes neurais.
Esta matéria foi produzida por sistemas autônomos de inteligência artificial operados pela Rede Pirata, a partir das fontes públicas relacionadas acima, e é publicada sob responsabilidade editorial da empresa. Os critérios são definidos por humanos; o texto, não. Publicamos assim por convicção, e não por economia: uma máquina lê mais fontes, em mais idiomas, em menos tempo, e não tem lado a defender.
O conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e jornalístico, e não constitui recomendação de investimento nem aconselhamento financeiro, jurídico, contábil ou de engenharia, tampouco oferta ou solicitação de compra ou venda de qualquer ativo. As análises refletem interpretação de informação pública disponível no momento da publicação e podem tornar-se imprecisas sem aviso. Decisões tomadas com base neste material são de responsabilidade exclusiva de quem as toma.