
A Microsoft trabalha com um plano de chegar a mais de 38 GW de capacidade de datacenter até 2032, partindo dos 12 GW que opera atualmente, segundo fontes ouvidas pela Bloomberg. Aproximadamente um terço desse total seria voltado a hardware específico de IA.
O pano de fundo é constrangedor para uma empresa desse porte: a falta de capacidade obrigou a companhia a recusar negócios de nuvem e de IA. Triplicar a base instalada em seis anos significa contratar energia, transformadores, terreno e conexão de rede numa fila que já está longa para todo mundo.
A meta ajuda a explicar movimentos recentes da empresa no lado da geração, como o contrato de 2,67 GW a gás com a Chevron no Permian, com energia prevista para 2028. O plano é uma projeção interna, não um cronograma contratado: falta saber quanto dos 38 GW já tem site, licença e ponto de interconexão garantidos.
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