A Microsoft vai de três para dois segmentos de reporte financeiro, apurou o Wall Street Journal. Um deles, batizado Agents and Infra, reúne o Microsoft 365 e o Azure. O outro, Devices and Consumer, abriga Windows e Xbox.
A arrumação contábil é uma declaração de intenção. Colocar software corporativo e nuvem sob o mesmo teto trata agente e infraestrutura como um único negócio, o que é coerente com a forma de vender: capacidade de computação e assinatura de produtividade cada vez mais aparecem no mesmo contrato. Do outro lado da linha ficam o PC e o console, agora explicitamente periféricos na tese da empresa.
Para quem acompanha os números, o efeito imediato é perda de granularidade. Azure dentro de um agregado maior fica mais difícil de isolar trimestre a trimestre, justamente na variável que o mercado usa para calibrar o retorno dos bilhões enterrados em datacenter.
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