O Ministério de Minas e Energia planeja realizar um Leilão de Reserva de Capacidade na forma de potência por ano entre 2027 e 2029, sempre no segundo semestre. Podem disputar baterias, hidrelétricas, termelétricas e armazenamento hidráulico, as usinas reversíveis que bombeiam água para cima quando sobra energia e a soltam quando falta.
A entrada das reversíveis no calendário abre a primeira janela regulatória concreta para uma tecnologia que o Brasil discute há anos sem contratar. São ativos de construção longa, o que torna a data do primeiro certame, 2027, apertada para quem ainda não tem licença ambiental encaminhada.
O ministério não divulgou volume de potência a ser contratado em cada rodada, preço-teto nem as regras de comparação entre fontes com perfis de despacho tão diferentes. Sem isso, não dá para saber se bateria e reversível competem de fato no mesmo tabuleiro.
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