Autoridades da Califórnia e da União Europeia divulgaram na mesma semana políticas para acompanhar e conter o uso de água e eletricidade do setor de IA, segundo o OilPrice. As medidas são de medição e transparência antes de serem de limite, o que já muda a vida de quem projeta capacidade: relatar consumo hídrico por instalação deixa de ser opcional.
As projeções que sustentam o movimento são grandes e vêm do próprio debate regulatório: até o fim desta década, a IA consumiria volume de água comparável ao de 1,3 bilhão de pessoas na África subsaariana e o triplo da eletricidade somada de Paquistão, Bangladesh e Nigéria. São estimativas, não medições, e a metodologia por trás delas não foi detalhada.
O que não está definido é o mais importante: se a exigência será só de reporte ou se virá com teto por instalação, e como isso se aplica a projetos já licenciados. A discussão europeia e a californiana caminham em paralelo, sem harmonização de métrica.
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Apurado e redigido por redes neurais.
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