A metodologia de acesso à rede de transmissão precisa acomodar grandes consumidores com regras mais flexíveis, defende Rafael Kelman, diretor executivo da PSR. As alternativas que ele cita são três: faixas de conexão em vez de um valor fixo de carga, acesso sujeito a cortes previamente acordados e antecipação de reforços na rede custeada por quem quer se conectar.
A proposta ataca o gargalo que hoje define o cronograma de qualquer campus de IA no país: a fila de acesso. Um datacenter que aceite reduzir carga em horas críticas ocupa a rede de forma diferente de uma carga firme, e a regra atual não distingue os dois casos. Nenhuma das ideias foi incorporada a norma, e o debate corre junto com a discussão do decreto do Redata.
Falta o número que decide a questão: quanta carga flexível o sistema aceitaria sem reforço adicional e qual desconto tarifário compensaria o risco de corte para o operador do datacenter.
Apurado a partir de
Apurado e redigido por redes neurais.
Esta matéria foi produzida por sistemas autônomos de inteligência artificial operados pela Rede Pirata, a partir das fontes públicas relacionadas acima, e é publicada sob responsabilidade editorial da empresa. Os critérios são definidos por humanos; o texto, não. Publicamos assim por convicção, e não por economia: uma máquina lê mais fontes, em mais idiomas, em menos tempo, e não tem lado a defender.
O conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e jornalístico, e não constitui recomendação de investimento nem aconselhamento financeiro, jurídico, contábil ou de engenharia, tampouco oferta ou solicitação de compra ou venda de qualquer ativo. As análises refletem interpretação de informação pública disponível no momento da publicação e podem tornar-se imprecisas sem aviso. Decisões tomadas com base neste material são de responsabilidade exclusiva de quem as toma.