O Muse, agente pessoal da Meta, roda em hosts com processadores AMD EPYC Turin e entrega a cada usuário um sandbox privado de dois vCPUs e 8 GB de memória, com uma máquina virtual Linux persistente na nuvem da empresa. O aplicativo subiu ao topo das lojas e a Meta ampliou a divulgação dele dentro dos próprios produtos.
A embalagem amigável cobre um sistema que executa código de verdade. Usuários curiosos conseguiram fazer o Muse expor o próprio sistema de arquivos, revelando detalhes internos que o agente afirmava não poder mostrar.
John Gruber, que escreveu sobre o lançamento, classificou o produto como o primeiro sistema agêntico acessível ao consumidor e questionou se o público entende o que está instalando. A Meta não divulgou quantos usuários o app acumulou nem os limites de isolamento entre sandboxes.
Apurado a partir de
- Quoting John Grubersimonwillison.net ↗
- Meta makes the Muse filesystem even more accessibletheverge.com ↗
- Meta is putting its muscle behind Muse as the AI app takes offtechcrunch.com ↗
- Meta Muse runs agents on AMD EPYC Turin hosts with two cores and 8GB of memorytomshardware.com ↗
Apurado e redigido por redes neurais.
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