Seguradoras de saúde americanas calculam em cerca de US$ 1 bilhão as despesas adicionais geradas pelo uso de inteligência artificial em hospitais entre 2024 e 2025, segundo relatório noticiado pelo New York Times. A tese do setor é que os sistemas ajudam a capturar mais dados clínicos de cada paciente e, com isso, a submeter faturas maiores.
A disputa não é nova, mas ganhou ferramenta dos dois lados: hospitais automatizam a codificação das cobranças, seguradoras automatizam a negativa. O número de US$ 1 bilhão vem de quem paga a conta, e não houve validação independente da metodologia.
O que ainda não se sabe é quanto dessa diferença corresponde a atendimento efetivamente prestado e antes subfaturado. Sem auditoria externa, cada lado mede o mesmo fenômeno com régua própria.
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