O Operador Nacional do Sistema Elétrico encerrou a primeira rodada da Política Nacional de Acesso ao Sistema de Transmissão com 228 MW de capacidade remanescente da Rede Básica alocados a três datacenters em São Paulo, distribuídos por quatro pontos de conexão. Nenhum megawatt sobrou para outro tipo de carga.
A Pnast foi desenhada para organizar a fila de quem quer se plugar na transmissão, e o resultado da estreia mostra quem está com pressa: carga de datacenter chegou primeiro e levou tudo. São Paulo concentra a demanda, o que pressiona justamente os pontos de conexão mais disputados do sistema.
O ONS não divulgou quais empresas ficaram com a capacidade nem o cronograma de energização de cada ponto. Sem isso, não dá para saber quanto dos 228 MW vira carga efetiva nos próximos anos e quanto fica reservado em papel.
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