OpenAI e Anthropic estão no mercado por implantações de 20 a 30 MW, faixa muito abaixo dos campi de centenas de megawatt que dominaram os anúncios de treinamento. A demanda acompanha o crescimento da pegada de inference das duas, ou seja, do custo de atender usuário, não de treinar modelo.
A diferença é geográfica antes de ser elétrica. Treinamento tolera ficar longe de tudo, desde que haja energia barata; inference paga penalidade de latência e quer estar perto de quem manda o prompt. Blocos de 20 a 30 MW cabem em mercados já consolidados de colocation, sem exigir subestação nova nem PPA de vinte anos.
Não foram divulgados locais, prazos ou quantos blocos cada empresa pretende contratar.
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Apurado e redigido por redes neurais.
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