As projeções da OpenAI apontam para uma diferença de US$ 278 bi entre o que a empresa gasta e o que arrecada no período de 2026 a 2030. O motor do rombo é a conta de computação: US$ 856 bi em capacidade e infraestrutura adjacente ao longo desses cinco anos.
A receita cresce, e muito, em torno de dez vezes no mesmo intervalo. Cresce menos que o gasto, que é o detalhe que importa. A comparação que circula é com orçamentos nacionais: a queima líquida supera o orçamento anual de países como Indonésia e Noruega.
São projeções internas, não resultado auditado, e projeção de cinco anos em um setor que muda de preço por token a cada trimestre tem margem de erro larga. Ainda assim, define a ordem de grandeza do capital que a empresa precisa levantar antes de 2030.
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