
A OpenAI quer saber se a legislação antitruste americana permitiria que laboratórios combinassem entre si uma desaceleração no desenvolvimento de IA, segundo reportagem da WIRED. A dúvida circula entre lideranças do setor que veem urgência crescente em algum tipo de coordenação.
O problema jurídico é elegante e desconfortável: acordo entre concorrentes para restringir produção é exatamente o tipo de conduta que a lei foi escrita para proibir, e a intenção declarada de reduzir risco não cria por si só uma exceção. Quem quisesse formalizar um pacto desses provavelmente precisaria de amparo regulatório explícito, não apenas de boa vontade mútua.
A reportagem trata de uma sondagem, não de um acordo em negociação. Não há indicação de que autoridades tenham se manifestado nem de que outros laboratórios tenham aderido à ideia.
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