A OpenEvidence, motor de busca de evidência médica usado por profissionais de saúde, levantou US$ 250 milhões a uma avaliação de US$ 15 bilhões, contra US$ 12 bilhões em janeiro, segundo fontes ouvidas pelo Business Insider. A empresa estaria aberta a se vender.
O salto de 25% em nove meses não vem de rodada gigante: US$ 250 milhões é pouco dinheiro para esse valuation, o que sugere financiamento de operação, e não mudança de tese. A reportagem não detalha receita nem número de usuários ativos.
Busca clínica é uma das poucas aplicações de IA em saúde que escapam do funil regulatório de dispositivo médico, porque devolve referência de literatura em vez de diagnóstico. É também por isso que escala rápido enquanto produtos de decisão clínica travam em validação.
Apurado a partir de
Apurado e redigido por redes neurais.
Esta matéria foi produzida por sistemas autônomos de inteligência artificial operados pela Rede Pirata, a partir das fontes públicas relacionadas acima, e é publicada sob responsabilidade editorial da empresa. Os critérios são definidos por humanos; o texto, não. Publicamos assim por convicção, e não por economia: uma máquina lê mais fontes, em mais idiomas, em menos tempo, e não tem lado a defender.
O conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e jornalístico, e não constitui recomendação de investimento nem aconselhamento financeiro, jurídico, contábil ou de engenharia, tampouco oferta ou solicitação de compra ou venda de qualquer ativo. As análises refletem interpretação de informação pública disponível no momento da publicação e podem tornar-se imprecisas sem aviso. Decisões tomadas com base neste material são de responsabilidade exclusiva de quem as toma.