
A Palantir definiu a Nebius como sua provedora de infraestrutura para ofertas de IA soberana: os clientes comerciais da companhia passam a poder rodar cargas na nuvem de GPU da Nebius.
Soberania, nesse contexto, é um requisito de contrato mais que de tecnologia. Cliente europeu regulado precisa saber em que jurisdição o dado é processado e sob que lei ele responde, e a Palantir, americana, resolve isso apoiando-se em capacidade operada fora dos três grandes hyperscalers dos Estados Unidos.
Os termos não foram divulgados: nem volume de capacidade reservada, nem duração, nem exclusividade. Para a Nebius, cuja tese é vender GPU como serviço, um canal com a base corporativa e governamental da Palantir vale mais do que a maioria dos contratos avulsos.
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