
A Qualcomm apostou na Modular para atacar o ponto mais difícil de contornar no domínio da Nvidia, que não é o chip e sim o software. A proposta da Modular é desacoplar a pilha de IA do hardware, de modo que a mesma carga rode em aceleradores diferentes sem reescrita.
O alvo é o CUDA. O fosso da Nvidia se sustenta em mais de uma década de bibliotecas, kernels otimizados e código de terceiros escrito para uma única arquitetura. Trocar de fornecedor não custa apenas o preço do chip, custa a portabilidade que ninguém quer pagar.
Tentativas anteriores de camada neutra existem faz tempo e nenhuma abalou a posição da Nvidia. A diferença desta rodada é o tamanho do mercado de inference, onde o cliente é mais sensível a custo por token do que a compatibilidade com todo o histórico de treinamento.
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