A Red Queen Bio reuniu US$ 36 milhões para usar inteligência artificial no desenho de anticorpos contra patógenos que ainda não existem, incluindo os que poderiam ser projetados por sistemas de IA. O Wall Street Journal descreve a empresa como aposta de biossegurança da própria OpenAI, que está entre os investidores.
A tese é de corrida armamentista: se modelos de biologia ficam boas em propor sequências virais ou toxinas, a defesa tem que ser igualmente automatizada, porque o ciclo tradicional de descoberta de anticorpos leva anos. O nome da empresa vem da hipótese evolutiva da Rainha Vermelha, em que correr sem parar apenas mantém a posição.
O que o material não esclarece é como a companhia pretende validar candidatos contra ameaças hipotéticas, nem qual caminho regulatório seguiria um anticorpo desenhado para um patógeno que nunca circulou. Sem isso, os US$ 36 milhões compram pesquisa, não estoque.
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Apurado e redigido por redes neurais.
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