O governo britânico vai destinar £100 mi a startups nacionais de IA que apliquem seus produtos em serviços públicos, informou o Financial Times. O dinheiro entra como compra de solução, não como subsídio genérico de pesquisa.
O contexto político é explícito: contratos públicos com a Palantir viraram alvo de resistência dentro e fora do Parlamento, e financiar fornecedor doméstico é a resposta mais direta a quem reclama de dependência de software americano em saúde, defesa e administração.
Cem milhões de libras não constroem um campeão nacional de modelos de fronteira, mas pagam muitos pilotos em órgão público, que é onde uma startup de IA aprende se seu produto sobrevive a dado sujo e processo antigo. Não foram divulgados critérios de seleção nem cronograma dos primeiros contratos.
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