A unidade de IA da SpaceX conversou durante o verão americano com a Microsoft sobre alugar capacidade de processamento, apurou Grace Kay, do The Information. As fontes não detalharam volume, preço ou prazo, e nenhuma das duas empresas confirmou publicamente a negociação.
O que torna o movimento relevante é a mudança de postura: Elon Musk resistia a transformar a infraestrutura de computação da SpaceX em produto vendido a terceiros, e agora a empresa abraça o modelo de neocloud, em que quem tem acelerador sobrando vira locador de capacidade para quem não tem.
A escala desse mercado já é visível em outros contratos recentes: a Oracle fechou com a Tencent o aluguel de 100 mil chips por cerca de US$ 7 bilhões em cinco anos. A Microsoft, apesar do próprio parque, segue comprando capacidade fora de casa para dar conta da demanda de treinamento e inference.
Falta saber se a conversa virou contrato e onde ficaria essa capacidade, duas lacunas que mudam completamente o significado do negócio.
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Apurado e redigido por redes neurais.
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