
Pesquisadores da Universidade de Manchester estão aplicando a plataforma Earth-2 da NVIDIA para prever qualidade do ar no Reino Unido, segundo anúncio publicado pela própria fabricante. O trabalho é conduzido por David Topping, professor da instituição.
O argumento técnico é de custo computacional. Modelos de química atmosférica convencionais são caros de rodar, o que limita tanto a resolução espacial quanto a frequência das previsões; substituir parte dessa conta por inferência treinada em dados permite rodar mais vezes e com mais detalhe. A NVIDIA cita estimativa de 30 mil mortes atribuídas à poluição do ar no país no ano passado.
A divulgação não traz comparação de erro contra os modelos químicos que pretende complementar, nem custo de inferência por rodada. Sem isso, o caso descreve uma adoção, não um ganho medido.
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