
O futuro contínuo de urânio de primeiro vencimento acompanhado pela Bloomberg se aproxima de US$ 89 a libra em agosto, o patamar mais alto desde o começo de fevereiro. Em janeiro o contrato passou brevemente de US$ 100, depois recuou e ficou cinco meses preso na faixa de US$ 84 a US$ 87.
Os vetores citados são conhecidos e se reforçam: oferta de mina apertada por anos de subinvestimento, apoio político renovado à energia nuclear e consumo elétrico crescente com a construção de infraestrutura de IA.
Mina não responde a preço em trimestres, responde em anos. Enquanto isso, quem precisa de carga firme para datacenter disputa o mesmo combustível de quem opera reatores já existentes.
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