Xi Jinping levou à cúpula da Organização para Cooperação de Xangai a proposta de um polo de cooperação em inteligência artificial entre os países-membros, enquanto o bloco se posiciona publicamente como pilar de estabilidade global.
O movimento coloca IA no mesmo pacote em que a China já oferece infraestrutura e crédito aos vizinhos da Ásia Central e do Sul. Para países fora do alcance das exportações americanas de aceleradores de ponta, um arranjo regional patrocinado por Pequim é uma das poucas rotas disponíveis para capacidade computacional.
Faltam os detalhes que decidem se a proposta tem lastro: onde ficariam os datacenters, que silício rodaria neles e quem paga a conta de energia.
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