O CME Group planeja lançar um contrato futuro sobre o preço do aluguel de chips de IA, segundo o Financial Times. A ideia é permitir que quem compra ou vende capacidade computacional se proteja da oscilação do custo da hora de GPU, do mesmo jeito que uma companhia aérea trava o querosene.
A condição para um derivativo funcionar é um preço de referência confiável e um mercado à vista com liquidez. Aluguel de GPU hoje é negociado em contratos bilaterais, de prazos e configurações muito diferentes: a mesma placa custa coisas distintas conforme interconexão, energia incluída e duração do compromisso. Padronizar isso é o trabalho duro do projeto.
A bolsa não divulgou data de estreia, especificação do contrato nem qual índice serviria de referência para a liquidação.
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