A Supabase, empresa que vende uma versão gerenciada do banco de dados aberto PostgreSQL, levantou US$ 150 milhões em rodada liderada pelo GIC, o fundo soberano de Singapura. No mesmo movimento, acertou a compra da Turso, cujo produto é um banco otimizado para agentes de IA. O preço da aquisição ficou de fora do anúncio.
A lógica da combinação é direta: agentes que escrevem e executam código precisam criar, destruir e consultar bancos em ritmo que a infraestrutura tradicional não acompanha. Quem vende backend para desenvolvedor está correndo atrás dessa carga de trabalho, que cresce sem passar por humano nenhum no meio.
Não foi divulgada a avaliação da Supabase na rodada nem o número de bancos sob gestão depois da fusão, o que deixa em aberto qual fatia do tráfego da empresa já vem de agentes e não de aplicações convencionais.
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