
Setores de deeptech sem relação direta com IA receberam mais de US$ 150 bilhões em capital de risco desde o começo de 2024, segundo dados da Dealroom publicados pelo Financial Times em reportagem de Tim Bradshaw. Interfaces cérebro-máquina aparecem entre os destinos do dinheiro.
O argumento da matéria é de contágio: o boom de IA reabriu o apetite por teses de horizonte longo, do tipo que exige uma década até o primeiro cliente. O ciclo anterior desses fundos foi encerrado por juro alto e saídas travadas; o retorno agora vem financiado pelo mesmo entusiasmo que sustenta os datacenters.
O recorte é útil justamente por excluir IA. Ele mede a sombra do boom, não o boom, e serve de termômetro para saber quanto do capital de risco está disposto a esperar sem receita.
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Apurado e redigido por redes neurais.
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