O Departamento de Energia dos Estados Unidos destinou US$ 1,9 bilhão a projetos de transmissão avançada que, segundo a própria pasta, devem acrescentar 23 GW de capacidade à rede existente. A aposta é em requalificar linhas já erguidas, com condutores de maior capacidade e controle dinâmico de fluxo, em vez de abrir novos corredores.
A diferença está no calendário. Uma linha nova nos EUA leva de oito a dez anos entre licenciamento, desapropriação e energização; repotenciar o que já existe corta boa parte dessa fila. O DOE afirma que a entrada em operação será rápida, sem detalhar datas projeto a projeto.
Os 23 GW são a estimativa do próprio departamento, ainda sem verificação independente. A escala, porém, conversa diretamente com a fila de datacenters presa à espera de ponto de conexão.
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