
A Firmus vai investir US$ 300 mi no cabo submarino que a SubCo pretende lançar entre a Austrália e os Estados Unidos, assumindo o papel de cliente âncora. O projeto é o mais recente de Bevan Slattery, veterano na construção de rotas de fibra na região.
Comprar fibra em vez de alugar diz algo sobre o modelo de negócio. Datacenter de IA na Austrália só faz sentido se o dado e o tráfego de inference chegarem ao mercado americano com latência e capacidade previsíveis, e cliente âncora é quem paga adiantado para ter esse direito garantido por décadas.
Cabo transpacífico leva anos entre anúncio e primeira luz, e o cronograma não foi detalhado. Também não se sabe quanto da capacidade fica reservada à Firmus e quanto vai a terceiros.
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