A holandesa Fortaegis concluiu uma rodada de captação para desenvolver o que chama de silício criptografado. A tese, apresentada ao Financial Times, é aproveitar a variação física involuntária de fabricação, que dá a cada chip uma assinatura irreproduzível, como base de identidade para redes de computadores altamente seguras.
A empresa não divulgou o tamanho da rodada nem os investidores, e não há avaliação independente da tecnologia. O argumento de segurança é conhecido no meio: chave que nasce do próprio material é difícil de extrair ou clonar, porque não está armazenada em lugar nenhum.
O teste real virá quando houver implantação em escala e auditoria externa, e nada indica que isso já tenha ocorrido.
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